Uma "ética do si" no romance-crônica-diário-conto Ana de Amsterdam, por Ana Cássia Rebelo

Lilian Reichert Coelho

Resumo


Apresenta-se uma leitura das relações entre a diversidade de gêneros angariados pela escritora luso-goense-moçambicana Ana Cássia Rebelo no livro Ana de Amsterdam e os temas abordados a partir de balizas teóricas como Agamben, Gumbrecht e Barthes. Metodologicamente, adotou-se a perspectiva indutiva. Conceitualmente, a leitura aqui exposta do livro foi conduzida pelas noções de “ética de si”, produção da presença e biografema. Do percurso, conclui-se que o tédio desacompanhado da angústia produzido pelo mundo contemporâneo incide sobre a narradora de modo tal que a obriga a tomar posição e expor sua intimidade de modo obsceno, construindo o “si” no mosaico formal e temático, derivado da relação entre o corpo como materialidade e a experiência subjetiva de leitura e escrita.

 

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DOI: http://dx.doi.org/10.22409/abriluff.2017n19a426


Palavras-chave


gêneros literários; literatura contemporânea; literatura em língua portuguesa.

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ISSN: 1984-2090 (online)


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