Sena, Sophia, Magalhães: sobre a poesia portuguesa antes e depois da Revolução de 74

Paloma Roriz

Resumo


Realizando um breve apanhado da situação da poesia portuguesa a partir do final da década de 1920, fomentada em grande parte por linhas de estratégias de recusa e diálogo com a herança modernista de Fernando Pessoa e da geração de Orpheu, o presente artigo procura refletir como alguns projetos estéticos e ideológicos, operados pelos poetas Jorge de Sena, Sophia de Mello Breyner e Joaquim Manuel Magalhaes, apresentam, em seus possíveis pontos de contato e divergência, diferentes formas de articulação critica entre história, ética e poesia.

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DOI: http://dx.doi.org/10.22409/abriluff.2018n20a487


Palavras-chave


Poesia portuguesa; ética; história.

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ISSN: 1984-2090 (online)


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